logo insp copy

ptenfr

Campanha de doação de leite materno em tempos de COVID19

outdoor doe leite materno copy

 

VANTAGENS DO Aleitamento Materno

A nível nutricional e imunológico, o AME, reduz a mortalidade infantil, a fome, o risco de desnutrição, o risco de asma, hipertensão, colesterol elevado, diabetes e obesidade; promove a segurança alimentar e nutricional e aumenta a sobrevivencia (UNICEF, 1998; Mabilia, 2000; UNICEF, 2004; McGuire e Anthony, 2003; Kimpimaki, 2001; Oddy, 2000; Van-Odijk, 2003; Davis, 2001; Gilgliane, 2000; Singhal, 2004; Allen e Hector, 2005; U.S. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES, 2011).

Relativamente à saúde materna, protege e melhora a saúde e bem-estar, ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, reduzindo o risco de hemorragias, de anemia, de câncer de mama e de ovário e doenças cardiovasculares. Também ajuda a retardar uma nova gravidez, diminui o risco de osteoporose na menopausa e deixa a mulher menos ansiosa (Labbok, 2001; Unicef, 2008; Allen e Hector, 2005; U.S. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES, 2011).

No contexto psicológico, favorece o bom desenvolvimento mental, o equilíbrio emocional e psicológico, diminui o risco de perturbações mentais ou comportamentais: alvos de estigma e discriminação, o que futuramente pode dificultar a capacidade em potenciar o capital humano, resultando também em prejuízos económicos (Allen e Hector, 2005; U.S. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES, 2011; Horwood e Fergusson,1998).

A nível ortodôntico, o desmame precoce leva à prevalência das periodontopatias como distúrbios da mastigação, deglutição, respiração e articulação dos sons da fala, má-oclusão dentária, respiração bucal e alteração motora-oral (Neiva, et al., 2003; Peres et al., 2015).

 No âmbito social, diminui a percentagem de crianças abandonadas, contribui para desenvolvimento social, redução da pobreza e das desigualdades socias e vulnerabilidade; contribui para o desenvolvimento social, melhor ambiente psico-social, bem-estar e qualidade de vida (U.S. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES, 2011 e Caspi et al.; 2007).

Na área da educação, auxilia e facilita o processo de aprendizagem, melhora o desempenho escolar, o que futuramente poderá facilitar o aumento dos níveis de literacia em saúde, visando a promoção da saúde a longo prazo (Allen e Hector, 2005; Horwood e Fergusson, 1998 e Caspi et al., 2007).

No contexto económico, tratando-se de um produto natural e barato, favorece o crescimento económico, diminui os gastos com a alimentação artificial, cuidados médicos, hospitalizações, medicamentos e com a saúde em geral. Além de ser acessível a todos (excepto às mães com algumas doenças que a impeçam de amamentar), diminui as faltas ao trabalho por parte dos pais (Allen e Hector, 2005; U.S. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES, 2011; Linnecar, et al.; 2014 e Lancet, 2003).

A nível ambiental, sendo um alimento natural e saudável é viável, ecologicamente segura, não-poluente, não predatória de recursos naturais, sem gasto de produção industrial, gera menos produção de resíduos e não necessita de embalagem, transporte, armazenamento, ou tratamento térmico, exceto Leite Ordenhado do Banco de Leite Humano. Assim sendo, há baixa produção e consumo de energia, água, e custos de saneamento, diminuição da produção leiteira, menor produção de embalagens das fórmulas infantis, biberons e utensílios afins, menos impactos ambientais a longo prazo (U.S. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES, 2011; Linnecar, et al.; 2014; IBFAN 2016).